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	<title>O que eu tenho? - apoio e bem-estar</title>
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		<title>Diminuir o consumo de carne vermelha pode baixar em 30% os riscos para doenças do coração</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 22:15:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>enio rodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa longitudinal – feita durante um longo período de tempo com acompanhamento constante – apontou que o aumento do consumo de comidas ricas em proteína em substituição ao consumo diário de carne vermelha diminui no risco de desenvolvimento de doenças do coração.
Os resultados, publicados no periódico Circulation, demonstraram que o consumo de carne vermelha [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<h5>Uma pesquisa longitudinal – feita durante um longo período de tempo com acompanhamento constante – apontou que o aumento do consumo de comidas ricas em proteína em substituição ao consumo diário de carne vermelha diminui no risco de desenvolvimento de doenças do coração.</h5>
<p><a rel="attachment wp-att-10880" href="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/2010/09/03/diminuir-o-consumo-de-carne-vermelha-pode-baixar-em-30-os-riscos-para-doencas-do-coracao/731630_sxc/"><img class="alignright size-full wp-image-10880" title="Diminuir o consumo de carne vermelha pode baixar em 30% os riscos para doenças do coração" src="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/09/731630_sxc.jpg" alt="731630 sxc Diminuir o consumo de carne vermelha pode baixar em 30% os riscos para doenças do coração" width="300" height="217" /></a>Os resultados, publicados no periódico <em>Circulation</em>, demonstraram que o consumo de carne vermelha – in natura ou processada – pode aumentar o risco do desenvolvimento dessas doenças cardíacas em até 30%. Para a pesquisa foram observadas mais de 84 mil mulheres com idades entre 30 e 55 anos. O estudo foi feito no intervalo entre 1980 e 2006.</p>
<p>Os pesquisadores examinaram o histórico médico das participantes, hábitos de vida – incluindo a dieta – e aplicaram questionários regularmente durante os 26 anos da pesquisa.</p>
<p>“Nosso estudo indica que substituir ou diminuir o consumo de carne vermelha pode trazer grandes benefícios para a saúde”, diz Adam Bernstein, pesquisador da Faculdade de Medicina de Harvard, EUA.</p>
<p>O estudo também mostrou que essa substituição da carne vermelha por carne de aves e peixe – e mesmo a introdução de nozes nas refeições diárias – era uma das principais opções para manter os níveis de consumo proteico equilibrados ao mesmo tempo em que se diminuía o risco de doenças cardíacas.</p>
<p>“Apesar de o estudo ter acompanhado mulheres, os benefícios dessa substituição proteica parece ser positiva para os homens também”, aponta Bernstein. “Pessoas que pretendem se proteger contra problemas do coração devem considerar seriamente uma substituição parcial do seu consumo de carne vermelha por alimentos tão ricos em proteína quanto esse produto, mas com um risco menor para a saúde”, finaliza.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">-</span></p>
<p><em>com informações da American Heart Association</em></p>
<p><span style="color: #ffffff;">-</span></p>


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		<title>Estereótipos negativos impactam certas pessoas para toda vida</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 22:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>enio rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[situações de estresse]]></category>

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		<description><![CDATA[Agressão, ingestão alimentar excessiva, falta de foco e dificuldades de tomar decisões. Um estudo da Universidade de Toronto, no Canadá, aponta que esses são alguns dos impactos negativos de quem é enquadrado em estereótipos.
“Estudos anteriores já demonstraram que as pessoas têm performances ruins quando se sentem vítimas do estereótipo”, diz Michael Inzlicht, principal autor do [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5>Agressão, ingestão alimentar excessiva, falta de foco e dificuldades de tomar decisões. Um estudo da Universidade de Toronto, no Canadá, aponta que esses são alguns dos impactos negativos de quem é enquadrado em estereótipos.</h5>
<p><a rel="attachment wp-att-10875" href="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/2010/09/03/estereotipos-negativos-impactam-certas-pessoas-para-toda-vida/1049553_sxc/"><img class="alignright size-full wp-image-10875" title="Estereótipos negativos impactam certas pessoas para toda vida" src="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/09/1049553_sxc.jpg" alt="1049553 sxc Estereótipos negativos impactam certas pessoas para toda vida" width="300" height="220" /></a>“Estudos anteriores já demonstraram que as pessoas têm performances ruins quando se sentem vítimas do estereótipo”, diz Michael Inzlicht, principal autor do estudo publicado no periódico Journal of Personality and Social Psychology.</p>
<p>“O que procuramos saber foi o que acontece após essa estereotipagem do indivíduo. Haveria efeitos em longo prazo? Ser vítima do estereótipo – um tipo de preconceito – tem um impacto permanente?”, completa.</p>
<p>Para responder a essas questões, Inzlicht e sua equipe conduziram uma série de testes em dois grupos – um deles, para controle, era avisado sobre o fato de que, durante os experimentos, poderia haver algum tipo de interferência externa, mas que não deveriam se abalar.</p>
<p>Em um primeiro teste eles fizeram que os participantes realizassem tarefas diversas ao mesmo tempo em que eles eram informados sobre os estereótipos que outro grupo de pessoas havia observado neles (na verdade não havia ninguém observando o experimento).</p>
<p>Um dos testes, por exemplo, consistia em uma prova de matemática, no meio da qual um pesquisador comentava em voz alta que era normal que as mulheres tivessem um desempenho pior que os outros participantes.</p>
<p>Em um segundo teste – logo após a primeira série de tarefas – os pesquisadores mediram a habilidade desses indivíduos em controlar sua agressividade, impulsos alimentares, nível de decisão racional e foco. Os resultados mostraram que aqueles que se sentiam no foco de um estereótipo foram impactados de formas diversas.</p>
<p>“Mesmo após uma pessoa deixar um local ou situação em que elas foram estereotipadas – taxadas de cometerem erros ou de terem habilidades naturais exclusivamente negativas por conta da sua cor, raça, sexo, idade, modo de se vestir, falar ou por conta de sua posição religiosa – os efeitos de lidar com esse tipo de situação continuava prejudicando suas habilidades cognitivas. Houve diminuição do autocontrole, falta de foco e diminuição na habilidade de resolverem problemas de forma racional. Além disso, eles também apresentaram um maior descontrole alimentar”, aponta o pesquisador.</p>
<p>Mesmo após diversos remanejamentos dos grupos (modificando as composições dos participantes) os resultados negativos se mantinham. “Esse tipo de preconceito tem efeito bastante danoso sobre as pessoas, deixando-as em desvantagem competitiva, por exemplo”, diz Inzlicht. “Essas situações negativas podem impactar suas vidas durante muito tempo”, finaliza.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">-</span></p>
<p><em>com informações da University of Toronto</em></p>
<p><span style="color: #ffffff;">-</span></p>


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		<title>Memórias de infância envolvendo os pais impactam a habilidade dos homens para lidar com estresse</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 21:45:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>enio rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
		<category><![CDATA[The American Psychological Association (APA)]]></category>

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		<description><![CDATA[Filhos homens com boas lembranças dos pais são mais estáveis emocionalmente quando precisam lidar com o estresse diário, diz um estudo feito pela Associação Americana de Psicologia (APA).
Esse é um dos resultados da pesquisa, feita por Melanie Mallers, da Universidade Estadual da Califórnia, e apresentada na Convenção Anual da APA em agosto passado. “A maioria [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5>Filhos homens com boas lembranças dos pais são mais estáveis emocionalmente quando precisam lidar com o estresse diário, diz um estudo feito pela Associação Americana de Psicologia (APA).</h5>
<p><a rel="attachment wp-att-10868" href="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/2010/09/03/memorias-de-infancia-envolvendo-os-pais-impactam-a-habilidade-dos-homens-para-lidar-com-estresse/1185126_sxc/"><img class="alignright size-full wp-image-10868" title="Memórias de infância envolvendo os pais impactam a habilidade dos homens para lidar com estresse" src="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/09/1185126_sxc.jpg" alt="1185126 sxc Memórias de infância envolvendo os pais impactam a habilidade dos homens para lidar com estresse" width="200" height="300" /></a>Esse é um dos resultados da pesquisa, feita por Melanie Mallers, da Universidade Estadual da Califórnia, e apresentada na Convenção Anual da APA em agosto passado. “A maioria dos estudos sobre cuidados parentais focava na relação com a mãe. Mas como nosso estudo mostrou, os pais são peça fundamental na saúde mental de seus filhos em longo prazo”, diz Mallers, ressaltando o foco das relações sociais e bem-estar da pesquisa.</p>
<p>Para o estudo, 912 homens e mulheres adultos foram entrevistados por telefone sobre suas experiências diárias, totalizando oito dias de acompanhamento. As entrevistas focaram no estresse psicológico e emocional dos participantes (se apresentavam indícios de depressão, nervosismo ou se sentiam tristes, por exemplo) e se eles haviam experimentado algum evento estressor durante o dia, como brigas, desentendimentos, tensões no trabalho ou no núcleo familiar e ainda algum tipo de discriminação.</p>
<p>Os participantes, cuja idade variava dos 25 aos 74 anos, também responderam questões sobre a qualidade dos relacionamentos com pais e mães na infância. Entre as questões apresentadas estavam algumas como “como você avalia seu relacionamento com sua mãe durante sua infância e adolescência?” e “quanto tempo sua mãe disponibilizava para ficar com você e qual o nível de atenção lhe era dado quando necessário?”.</p>
<p>Questões similares eram feitas sobre a figura paterna. A pesquisa foi controlada para variações de idade, situação socioeconômica da família durante a infância, neuroticismo e se os pais ainda continuavam vivos.</p>
<p><strong>A figura tanto das mães quanto dos pais é importante para lidar com o estresse</strong></p>
<p>Os participantes da pesquisa eram mais propensos a indicar que o relacionamento com as mães era melhor do que com o pai, com os homens afirmando terem uma melhor relação com as mães do que as mulheres, aponta Mallers. Indivíduos que haviam indicado que a relação com a mãe era boa apresentavam 3% menos indícios de estresse psicológico diário comparados àqueles cuja relação era indicada como “ruim”.</p>
<p>“Não acho que esses resultados sejam surpreendentes, pois estudos anteriores já haviam mostrado que as mães são as principais cuidadoras e fonte primária de conforto”, diz Mallers. “Mas foi interessante observarmos os dados relativos ao relacionamento com o pai e o impacto disso em suas reações emocionais diárias ao estresse.”</p>
<p><strong>Relacionamento com os pais</strong></p>
<p>Homens que indicavam ter um bom relacionamento com seus pais durante a infância eram menos propensos a reagirem de forma emocional quando lidavam com um evento estressante durante o dia a dia, quando comparados àqueles com um relacionamento ruim, de acordo com o estudo. A mesma correlação não foi observada entre as mulheres.</p>
<p>Além disso, a qualidade do relacionamento com mães e pais tinha grandes associações com o número de eventos estressantes enfrentados durante o dia. Em outras palavras, os participantes que haviam indicado um relacionamento ruim com ambos os pais enfrentavam mais eventos estressantes no período observado quando comparados àqueles com um bom relacionamento com ao menos um dos pais.</p>
<p><strong>Bom relacionamento com os pais e as mães na infância se reflete na idade adulta</strong></p>
<p>A hipótese de Mallers aponta que o nível de relacionamento com os pais – mais ou menos saudáveis – pode impactar em como as pessoas lidam com o estresse na idade adulta. “Talvez ter pais atenciosos e cuidadosos contribua com experiências e habilidades que são necessárias para aprender a lidar com outras pessoas, o que se torna cada vez mais necessário no período que vai da infância à idade adulta”, diz.</p>
<p>A pesquisadora aponta também que ainda é difícil afirmar como a relação do filho homem com o pai influencia nas suas reações emocionais ao estresse, especialmente considerando que a população observada tinha grande variação de idade e havia crescido em ambientes culturais bastante díspares.</p>
<p>“O papel do pai mudou radicalmente nesse tempo. A infância dos participantes mais velhos (74 anos) foi completamente diferente daquela dos mais novos (24 anos)”, diz Mallers. “Sabemos que os pais interagem com seus filhos de uma forma única e particular, especialmente com os homens. Precisamos de mais pesquisas para ajudar a desvendar essas influências em longo prazo – tanto das mães quanto dos pais – que contribuem para uma melhor experiência emocional das crianças”, finaliza.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">-</span></p>
<p><span style="color: #808080;"><em>Créditos: este material aparece originalmente em inglês como <a href="http://www.apa.org/news/press/releases/2010/08/childhood-memories.aspx">Childhood Memories of Father Have Lasting Impact on Men&#8217;s Ability to Handle Stress</a>. Copyright © 2010 da American Psychological Association (APA). Traduzido e reproduzido com permissão. A APA não é responsável pela exatidão desta tradução. Esta tradução não pode ser reproduzida ou, ainda, distribuída sem permissão prévia por escrito da APA.</em></span></p>


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		<title>Um pequeno descuido na dieta pode comprometer seu metabolismo em longo prazo</title>
		<link>http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/2010/09/02/um-pequeno-descuido-na-dieta-pode-comprometer-seu-metabolismo-apos-anos/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 22:15:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>enio rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corpo]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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		<category><![CDATA[sobrepeso]]></category>

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		<description><![CDATA[Um pequeno período de consumo alimentar excessivo pode levar a efeitos em longo prazo na sua massa corporal e no processo de acumulação de gordura do organismo, mesmo após a perda desse peso. Um estudo publicado no periódico Nutrition &#38; Metabolism indica que aumentar o consumo calórico durante quatro semanas e deixar de fazer exercícios [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5>Um pequeno período de consumo alimentar excessivo pode levar a efeitos em longo prazo na sua massa corporal e no processo de acumulação de gordura do organismo, mesmo após a perda desse peso. Um estudo publicado no periódico <em>Nutrition &amp; Metabolism</em> indica que aumentar o consumo calórico durante quatro semanas e deixar de fazer exercícios físicos nesse mesmo período deixou sequelas no metabolismo após dois anos do episódio de descontrole alimentar.</h5>
<p><a rel="attachment wp-att-10842" href="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/2010/09/02/um-pequeno-descuido-na-dieta-pode-comprometer-seu-metabolismo-apos-anos/1198649_sxc/"><img class="alignright size-full wp-image-10842" title="Um pequeno descuido na dieta pode comprometer seu metabolismo após anos" src="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/09/1198649_sxc.jpg" alt="1198649 sxc Um pequeno descuido na dieta pode comprometer seu metabolismo em longo prazo" width="200" height="300" /></a>O estudo foi feito por Åsa Ernersson e outros pesquisadores da Universidade de Linköping, na Suécia, e focou na investigação dos efeitos em longo prazo de um estilo de vida sedentário e com alimentação excessiva (70% acima do ideal). Os pesquisadores acompanharam 18 indivíduos – induzidos a comerem mais e deixarem de fazer atividades físicas – e um segundo grupo que não havia alterado seus estilos de vida e que serviram de parâmetro para os resultados.</p>
<p>No primeiro grupo, a média de ganho de peso foi de 6,4 quilos, que foram perdidos após seis meses do início da pesquisa (com readequação alimentar e uma rotina de exercícios). Entretanto, um ano após a intervenção, o nível de massa gorda desses indivíduos voltou a aumentar e após dois anos essa concentração de gordura era ainda maior (mesmo sem outras mudanças radicais na dieta e nas atividades físicas).</p>
<p>“Essa variação em longo prazo do peso corporal no grupo principal sugere que o efeito da gordura acumulada em um curto período de tempo pode ter efeitos danosos após anos”, indica Ernersson.</p>
<p>De acordo com os resultados da pesquisa, essa mudança radical na alimentação e nas atividades físicas pode mudar, de alguma maneira, as respostas fisiológicas do organismo. “Os efeitos do acúmulo de gordura, quando comparados os dois grupos, sugerem que comportamentos pouco saudáveis introduzidos em um curto espaço de tempo podem impactar a saúde e trazer efeitos negativos mesmo após longos períodos de equilíbrio”, finaliza.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">-</span></p>
<p><em>com informações da Nutrition &amp; Metabolism</em></p>
<p><span style="color: #ffffff;">-</span></p>


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		<title>A importância de um bom alongamento antes dos exercícios</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 22:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>enio rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde Esportiva]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios físicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Qualquer pessoa que esteja iniciando ou já tenha uma rotina de exercícios sabe (ou deveria saber) que antes de qualquer atividade física é necessário fazer um aquecimento inicial – andar até a academia ou parque já supre essa necessidade – e fazer uma boa sequência de exercícios de alongamento.
O alongamento é um aviso para o [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5>Qualquer pessoa que esteja iniciando ou já tenha uma rotina de exercícios sabe (ou deveria saber) que antes de qualquer atividade física é necessário fazer um aquecimento inicial – andar até a academia ou parque já supre essa necessidade – e fazer uma boa sequência de exercícios de alongamento.</h5>
<p><a rel="attachment wp-att-10830" href="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/2010/09/02/a-importancia-de-um-bom-alongamento-antes-dos-exercicios/attachment/5/"><img class="alignright size-medium wp-image-10830" title="A importância de um bom alongamento antes dos exercícios" src="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/09/5-300x225.jpg" alt="5 300x225 A importância de um bom alongamento antes dos exercícios" width="300" height="225" /></a>O alongamento é um aviso para o corpo de que você está iniciando uma sequência de movimentos que saem da sua “normalidade”, ou seja, que vão além dos movimentos que você faz cotidianamente e que não causam grande impacto nos músculos, ossos e articulações.</p>
<p>Fazer alongamentos serve para a manutenção ou, no caso dos iniciantes, da ampliação da flexibilidade do corpo. Essa ampliação é necessária, pois os exercícios físicos requerem movimentos mais amplos. Mesmo exercícios como a caminhada requerem movimentos ampliados das pernas (incluindo as coxas e o quadril), dos braços, dos ombros e das costas.</p>
<p>A falta de uma sequência de exercícios de alongamento pode comprometer seu treino (fazendo que você canse mais, por exemplo) e aumentar a incidência de lesões musculares. Mas para tudo existe um limite: o alongamento demasiado – forçando até níveis de dores muito intensas – também é prejudicial.</p>
<p>“O alongamento precisa ser feito até um nível chamado ótimo ou ideal. É um processo profilático, ou seja, protege de forma preventiva alguns tipos de lesões causadas pelo excesso no movimento ou na carga de exercícios. Entretanto, quando há um alongamento excessivo, forçando demais a musculatura, esse tipo de preparação para o treino também pode levar a lesões nos músculos e, consequentemente, articulações”, explica Giulliano Esperança, educador físico e <em>wellness manager</em>.</p>
<p>Esperança lembra também que as sequências de alongamento não devem ser feitas apenas no início do treino, mas ao final deles também. “O alongamento posterior ajuda o corpo a voltar ao seu ritmo natural, em que os músculos ficam mais estáveis. Faz parte do que chamamos de ‘desaquecimento’ pós-exercício”, explica o especialista.</p>
<p>“Tudo isso ajuda a diminuir a incidência de um desconforto posterior ao exercício, como aquelas dores nas pernas que muitas pessoas têm no dia seguinte a um treino”, completa Giulliano, que lembra que muitas pessoas que não fazem o alongamento corretamente também podem desenvolver dores crônicas nas costas. “Essas dores podem não ser do exercício em si, mas da falta do aquecimento e do desaquecimento feito de forma errada”, diz.</p>
<p>O próprio alongamento, aliás, pode ser considerado uma forma bastante prática de exercício. “No dia em que não é possível treinar – por causa do tempo, clima ou outro compromisso – as pessoas podem fazer uma boa sequência de alongamento, em casa mesmo. É uma forma de manter o organismo ativo, talvez sem tanta queima calórica como um exercício mais intenso, mas nem por isso menos saudável”, diz Esperança.</p>
<p>Mesmo pessoas mais velhas, que não têm uma rotina de exercícios programada, podem aproveitar os benefícios do alongamento. “A Academia Americana de Medicina Esportiva sugere que pessoas idosas façam séries de alongamentos para manter a flexibilidade do corpo. Isso ajuda essas pessoas a manter uma boa saúde e realizarem mais facilmente suas tarefas diárias, apontam os estudos.”</p>
<p>Os tipos de alongamento podem variar para cada forma de exercício físico, mas existe uma série básica que pode servir para todos (e caso seu treino seja mais intenso, o ideal é complementar essa série com outros tipos de alongamento).</p>
<p>Na galeria de imagens abaixo escolhemos uma série de alongamento que pode ajudar você a aproveitar melhor seu treino (independentemente da intensidade). A sugestão é que você mantenha as posições entre 10 e 30 segundos e repita três vezes cada série.</p>

<div class="ngg-galleryoverview" id="ngg-gallery-2-10829">


	<!-- Piclense link -->
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		<a class="piclenselink" href="javascript:PicLensLite.start({feedUrl:'http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/wp-content/plugins/nextgen-gallery/xml/media-rss.php?gid=2&amp;mode=gallery'});">
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	</div>
	
	<!-- Thumbnails -->
		
	<div id="ngg-image-22" class="ngg-gallery-thumbnail-box" style="width:25%;" >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/wp-content/gallery/trackampfield/9.jpg" title="Escolhemos uma série de alongamento que pode ajudar você a aproveitar melhor seu treino (independentemente da intensidade). A sugestão é que você mantenha as posições entre 10 e 30 segundos e repita três vezes cada série." class="thickbox" rel="set_2" >
								<img title="Série básica de alontamento" alt="Série básica de alontamento" src="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/wp-content/gallery/trackampfield/thumbs/thumbs_9.jpg" width="100" height="75" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-21" class="ngg-gallery-thumbnail-box" style="width:25%;" >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/wp-content/gallery/trackampfield/8.jpg" title="1 – Joelhos semiflexionados e abdome contraído, segure em algum ponto de apoio, mantendo os braços na altura do ombro até a amplitude que sentir alongar o peitoral.
2 – Com a mesma posição de base do alongamento anterior, projete lateralmente o tronco e o braço, até o ponto onde sentir alongar toda a região lateral do tronco. Volte vagarosamente e mude o lado." class="thickbox" rel="set_2" >
								<img title="Ombros e lateral" alt="Ombros e lateral" src="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/wp-content/gallery/trackampfield/thumbs/thumbs_8.jpg" width="100" height="75" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-19" class="ngg-gallery-thumbnail-box" style="width:25%;" >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/wp-content/gallery/trackampfield/6.jpg" title="Segure em um banco ou uma barra, pés afastados aproximadamente na largura do quadril, projete o quadril para trás, mantendo o pescoço alinhado com a coluna, e ache o ponto onde você precisa segurar para manter a posição." class="thickbox" rel="set_2" >
								<img title="Costas" alt="Costas" src="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/wp-content/gallery/trackampfield/thumbs/thumbs_6.jpg" width="100" height="75" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-18" class="ngg-gallery-thumbnail-box" style="width:25%;" >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/wp-content/gallery/trackampfield/5.jpg" title="Dê um passo à frente, flexione a perna de trás, estenda a perna da frente e projete o tronco para a frente, mantendo a coluna reta, até encostar os dedos das mãos  no pé ou na canela." class="thickbox" rel="set_2" >
								<img title="Panturrilha" alt="Panturrilha" src="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/wp-content/gallery/trackampfield/thumbs/thumbs_5.jpg" width="100" height="75" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
				<br style="clear: both" />
	
 		
	<div id="ngg-image-16" class="ngg-gallery-thumbnail-box" style="width:25%;" >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/wp-content/gallery/trackampfield/2.jpg" title="1 – Segure o pé, mantenha o joelho de apoio semiflexionado, o abdome contraído e a postura lombar sem projetar a barriga para a frente.
2 – Apoie a perna em um ângulo de 90 graus, mantenha o joelho da perna de apoio semiflexionado e projete ligeiramente o tronco para a frente, até sentir uma leve tensão na região posterior da coxa." class="thickbox" rel="set_2" >
								<img title="Coxa e Quadril" alt="Coxa e Quadril" src="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/wp-content/gallery/trackampfield/thumbs/thumbs_2.jpg" width="100" height="75" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-17" class="ngg-gallery-thumbnail-box" style="width:25%;" >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/wp-content/gallery/trackampfield/4.jpg" title="Cruze a perna acima do joelho, segure em uma barra ou banco e projete o tronco para a frente, mantendo a coluna reta." class="thickbox" rel="set_2" >
								<img title="Glúteos" alt="Glúteos" src="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/wp-content/gallery/trackampfield/thumbs/thumbs_4.jpg" width="100" height="75" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-20" class="ngg-gallery-thumbnail-box" style="width:25%;" >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/wp-content/gallery/trackampfield/7.jpg" title="1 – Joelhos semiflexionados, abdome contraído, puxe ligeiramente e suavemente até sentir tensionar a musculatura do pescoço.
2 – Mantendo a posição de base do alongamento anterior, mantenha o ombro na posição anatômica e puxe o braço até sentir alongar o ombro, olhando para o lado oposto." class="thickbox" rel="set_2" >
								<img title="Pescoço e ombros" alt="Pescoço e ombros" src="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/wp-content/gallery/trackampfield/thumbs/thumbs_7.jpg" width="100" height="75" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-15" class="ngg-gallery-thumbnail-box" style="width:25%;" >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/wp-content/gallery/trackampfield/1.jpg" title="Afaste as pernas, mantenha a perna de trás estendida, a da frente flexionada e empurre até o ponto onde sentir uma leve tensão." class="thickbox" rel="set_2" >
								<img title="Panturrilha" alt="Panturrilha" src="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/wp-content/gallery/trackampfield/thumbs/thumbs_1.jpg" width="100" height="75" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
				<br style="clear: both" />
	
 	 	
	<!-- Pagination -->
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</div>


<p><span style="color: #ffffff;">-</span></p>
<p><strong><em>Enio Rodrigo</em></strong></p>
<p><span style="color: #ffffff;">-</span></p>
<p><span style="color: #333333;"><em>(Crédito de fotos: Giba / modelo: Ana Cristina / tratamento de fotos: Du Scatolin / consultoria técnica: Giulliano Esperança</em></span><span style="color: #ffffff;"><span style="color: #333333;"><em>)</em></span><br />
</span></p>


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		<title>Problemas de fertilidade são ainda mais impactantes do que se achava anteriormente</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 21:45:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>enio rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[infertilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[A fertilização in vitro é uma oportunidade para que casais com problemas de infertilidade tenham a chance de terem filhos. Entretanto, o caminho até essa fase da reprodução assistida pode ser bastante trabalhoso e não é raro que o tratamento não seja bem-sucedido após diversas tentativas. Um estudo da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, indica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5>A fertilização <em>in vitro</em> é uma oportunidade para que casais com problemas de infertilidade tenham a chance de terem filhos. Entretanto, o caminho até essa fase da reprodução assistida pode ser bastante trabalhoso e não é raro que o tratamento não seja bem-sucedido após diversas tentativas. Um estudo da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, indica que esses casais são impactados negativamente de forma muito mais intensa do que se pensava até então.</h5>
<p><a rel="attachment wp-att-10825" href="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/2010/09/02/problemas-de-fertilidade-sao-ainda-mais-impactantes-do-que-se-achava-anteriormente/1223711_sxc/"><img class="alignright size-full wp-image-10825" title="Problemas de fertilidade são ainda mais impactantes do que se achava anteriormente" src="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/09/1223711_sxc.jpg" alt="1223711 sxc Problemas de fertilidade são ainda mais impactantes do que se achava anteriormente" width="300" height="200" /></a>O problema com a fertilidade é uma condição enfrentada por aproximadamente 9% dos casais em idade fértil em todo o mundo. As causas são diversas e podem indicar problemas tanto nos homens quanto nas mulheres. Algumas vezes esses problemas podem nem mesmo ter um diagnóstico claro e objetivo. Leia mais <a href="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/2010/07/27/reproducao-assistida-diversos-metodos-com-um-unico-objetivo/"><strong>AQUI</strong></a>.</p>
<p>Para o estudo foram acompanhados, durante dois anos, homens e mulheres que haviam optado por tentar ter filhos por meio da fertilização<em> in vitro </em>após não serem bem-sucedidos em outros métodos. Os resultados indicaram que os sentimentos entre as mulheres eram bastante negativos, chegando a indicarem um sentimento constante de luto. No caso dos homens, eles apontavam que o processo causava enorme desgaste físico.</p>
<p>Além disso, as mulheres reportavam se sentirem marginalizadas pela sociedade e pela família, enquanto entre os homens o fato de não conseguirem formar um núcleo familiar “completo” os levava a assumir todas as responsabilidades pelas falhas nos procedimentos durante o processo.</p>
<p>Paralelamente a esse acompanhamento, os pesquisadores também mediram o nível de qualidade de vida, bem-estar e saúde em casais que enfrentaram o processo de reprodução assistida há mais de cinco anos. Esses dados colhidos foram comparados a casais que tiveram sucesso no procedimento e ao de casais que não tiveram problemas de fertilidade.</p>
<p>Os resultados mostraram que entre esses casais com problemas de fertilidade, aproximadamente 40% havia conseguido, nesse intervalo de cinco anos, realizar o sonho de ter um filho biológico. Outros 35% haviam desistido do procedimento e optado pela adoção e o restante havia desistido do procedimento.</p>
<p>De acordo com o estudo, aqueles casais inférteis e sem filhos tinham os piores níveis de qualidade de vida entre os três grupos. “Eles percebiam a infertilidade como o problema central de suas vidas. Entre os homens, esses níveis de satisfação eram muito piores do que os apresentados por estudos anteriores”, diz Marianne Johansson, uma das autoras da pesquisa.</p>
<p>Para a pesquisadora, os serviços de saúde devem formar grupos de discussão e aconselhamento profissional (como psicólogos) para que esses casais sejam acompanhados constantemente, enfatizando a análise de suas reações e pensamentos sobre os problemas relacionados à fertilidade.</p>
<p>“Além disso, esses casais precisam estar preparados para a negativa dos procedimentos e ter em mãos informações sobre outros tipos de tratamento e opções”, conclui Johansson.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">-</span></p>
<p><em>com informações da University of Gothenburg</em></p>
<p><span style="color: #ffffff;">-</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Aprendizado de habilidades sociais não depende da interação com irmãos</title>
		<link>http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/2010/09/01/aprendizado-de-habilidades-sociais-nao-depende-da-interacao-com-irmaos/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 21:30:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>enio rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[treino de habilidades sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Crescer sem irmãos ou irmãs não parece impactar no desenvolvimento das habilidades sociais em adolescentes, aponta uma pesquisa feita com mais de 13 mil estudantes americanos. Os filhos únicos são tão sociáveis quanto outros adolescentes com famílias maiores.
“Não acho que alguém é impactado por não ter irmãos. Não há uma relação disso com a falta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5>Crescer sem irmãos ou irmãs não parece impactar no desenvolvimento das habilidades sociais em adolescentes, aponta uma pesquisa feita com mais de 13 mil estudantes americanos. Os filhos únicos são tão sociáveis quanto outros adolescentes com famílias maiores.</h5>
<p><a rel="attachment wp-att-10814" href="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/2010/09/01/aprendizado-de-habilidades-sociais-nao-depende-da-interacao-com-irmaos/719097_sxc/"><img class="alignright size-full wp-image-10814" title="Aprendizado de habilidades sociais não depende da interação com irmãos" src="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/09/719097_sxc.jpg" alt="719097 sxc Aprendizado de habilidades sociais não depende da interação com irmãos" width="300" height="298" /></a>“Não acho que alguém é impactado por não ter irmãos. Não há uma relação disso com a falta de habilidades sociais na população que observamos” diz Donna Bobbitt-Zeher, coautora do estudo feito pela Universidade Estadual de Ohio.</p>
<p>Bobbitt-Zeher, que conduziu o estudo com Douglas Downey, afirma não ter achado indícios de uma ideia que parece ser cada vez mais popular entre os pais, ou seja, de que filhos sem irmãos são menos hábeis em lidar com outros indivíduos da mesma idade.</p>
<p>“O fato de as famílias estarem diminuindo trouxe diversas pseudoteorias que dizem que essas crianças criadas sem irmãos ou irmãs têm alguma desvantagem social”, diz a pesquisadora. “Em geral, as pessoas pensam que as habilidades sociais dependem dessa interação com outras crianças dentro de casa.”</p>
<p>Um estudo anterior, feito por Downey, havia indicado que filhos únicos poderiam ser menos hábeis socialmente do que aqueles indivíduos que conviviam com irmãos e irmãs. Mas o estudo atual, que acompanhou adolescentes, aponta que as crianças com essa habilidade menos desenvolvida na infância parecem se desenvolver de outras formas antes de chegarem à adolescência.</p>
<p><strong>Sociáveis independente dos irmãos</strong></p>
<p>Os dados utilizados pelos pesquisadores vieram de um estudo amplo feito entre 1994 e 1995 e que acompanhou crianças com idades entre 7 e 12 anos em mais de cem escolas com perfis diversos. Entre os resultados do questionário usado pela pesquisa (intitulada <em>ADD Health</em>) estão o fato de que indivíduos sem irmãos não eram isolados pelos pares na escola.</p>
<p>“Isso nos permite dizer o quão aceitos são esses indivíduos, pois eles eram identificados como ‘amigos’ por um amplo espectro dos pares dentro da escola”, diz Bobbitt-Zeher.</p>
<p>Diversos outros temas sobre sociabilidade abordados pela pesquisa não apontaram diferença entre esses indivíduos com e sem irmãos. “Em qualquer combinação possível – com ou sem irmãos, com irmãos do sexo masculino, com irmãs ou com ambos – não houve impacto nesses aspectos relativos à sociabilidade.”</p>
<p><strong>Diferença de estudos entre crianças e adolescentes</strong></p>
<p>Como explicar, então, a diferença de dois estudos do mesmo autor? Bobbitt-Zeher aponta que os dois estudos tinham métodos diferentes e colheram dados a partir da impressão dos professores sobre as crianças. No segundo estudo o foco foram os adolescentes e eles indicavam nominalmente seus amigos.</p>
<p>Mas o mais importante, diz a pesquisadora, é o fato de que a interação social promovida pelo ambiente escolar pode contribuir positivamente para esse aprendizado de habilidades sociais. “As crianças interagem enquanto participam das atividades escolares e extracurriculares e isso contribui para a socialização dentro e fora do ambiente escolar. Isso faz que os indivíduos sem irmãos tirem grande proveito dessas interações”, finaliza.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">-</span></p>
<p><em>com informações da Ohio State University</em></p>
<p><span style="color: #ffffff;">-</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Beber moderadamente pode proteger o cérebro</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 21:25:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>enio rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[neurociências]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo amplo, feito com mais de 5 mil indivíduos de ambos os sexos na Noruega, aponta que o consumo moderado de álcool foi associado, de forma independente de outros fatores, em uma estabilização na performance cognitiva medida por testes padrões. Os participantes – com média de idade de 58 anos e não tabagistas – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5>Um estudo amplo, feito com mais de 5 mil indivíduos de ambos os sexos na Noruega, aponta que o consumo moderado de álcool foi associado, de forma independente de outros fatores, em uma estabilização na performance cognitiva medida por testes padrões. Os participantes – com média de idade de 58 anos e não tabagistas – foram acompanhados por sete anos, refazendo os testes para medir as variações com o passar do tempo.</h5>
<p><a rel="attachment wp-att-10809" href="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/2010/09/01/beber-moderadamente-pode-proteger-o-cerebro/1290134_sxc/"><img class="alignright size-full wp-image-10809" title="Beber moderadamente pode proteger o cérebro" src="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/09/1290134_sxc.jpg" alt="1290134 sxc Beber moderadamente pode proteger o cérebro" width="300" height="252" /></a>Entre as mulheres, esse efeito protetivo na cognição foi o maior já observado. O resultado foi especialmente benéfico entre aquelas que haviam consumido vinho ao menos quatro vezes em períodos máximos de duas semanas (1 dose a cada 3,5 dias, por exemplo) em comparação àquelas que ingeriam 1 dose a cada 14 dias.</p>
<p>Mas a ingestão de álcool não compensava os efeitos negativos causados pelos fatores de risco associados à piora cognitiva, como idade muito avançada, menor nível educacional, tabagismo, propensão à depressão, diabetes e hipertensão. Pessoas em cada um desses grupos, e que consumiam álcool de forma moderada, apresentavam certa estabilidade, mas apenas quando comparadas aos indivíduos do mesmo grupo.</p>
<p><strong>Outros hábitos podem estar envolvidos, mas os resultados positivos também foram observados em pesquisas similares</strong></p>
<p>Os pesquisadores da Universidade de Trømso, liderados por Kjel Arntzen, pontuam, ainda, que o estudo é baseado em dados colhidos a partir da observação pontual e que outros hábitos de vida podem estar relacionados a esses resultados positivos.</p>
<p>Mesmo assim, os resultados, publicados no periódico <em>Acta Neurologica Scandinavica</em>, vão ao encontro de outras pesquisas feitas nas últimas três décadas, em que a associação entre consumo moderado de álcool e os efeitos nas funções cognitivas foi positiva. Eles citam mais de 68 estudos – totalizando 145 mil indivíduos na totalidade – em diversas populações diferentes. A maioria desses estudos mostra que essa ingestão equilibrada de bebidas alcoólicas tem efeitos protetores na cognição e pode proteger contra a demência, incluindo a doença de Alzheimer.</p>
<p>No caso do vinho, esse efeito protetor pode se dar pela alta concentração de polifenóis – espécie de antioxidantes naturais – e outros microelementos. Os estudos observando a ingestão moderada de outras bebidas alcoólicas – independentemente do tipo – também indicaram a diminuição dos riscos para o desenvolvimento de arteriosclerose, risco de coagulação sanguínea (envolvendo espessamento do sangue e formação de coágulos) e inflamação arterial. E assim como outros hábitos benéficos para a saúde, a chave para o sucesso é a moderação, explicam os pesquisadores.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">-</span></p>
<p><em>com informações da University of Tromsø</em></p>
<p><span style="color: #ffffff;">-</span></p>
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		<title>Pessoas raivosas prestam mais atenção na recompensa imediata do que nas ameaças</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 21:10:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>enio rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[raiva]]></category>

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		<description><![CDATA[A raiva é uma emoção negativa. Mas assim como as pessoas felizes, a excitação causada nas pessoas raivosas faz que elas foquem mais na recompensa de suas ações, diz um estudo sobre emoção e foco visual. Os pesquisadores afirmam que pessoas em estado de raiva prestam mais atenção nessas recompensas imediatas do que nas ameaças [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5>A raiva é uma emoção negativa. Mas assim como as pessoas felizes, a excitação causada nas pessoas raivosas faz que elas foquem mais na recompensa de suas ações, diz um estudo sobre emoção e foco visual. Os pesquisadores afirmam que pessoas em estado de raiva prestam mais atenção nessas recompensas imediatas do que nas ameaças em potencial, diferente do que se vê na manifestação de outras emoções, como o medo.</h5>
<p><a rel="attachment wp-att-10804" href="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/2010/09/01/pessoas-raivosas-prestam-mais-atencao-na-recompensa-imediata-do-que-nas-ameacas/1192051_sxc/"><img class="alignright size-full wp-image-10804" title="Pessoas raivosas prestam mais atenção na recompensa imediata do que nas ameaças" src="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/09/1192051_sxc.jpg" alt="1192051 sxc Pessoas raivosas prestam mais atenção na recompensa imediata do que nas ameaças" width="300" height="200" /></a>Pesquisas anteriores já haviam mostrado como as emoções alteram a percepção e o foco de atenção. Quando uma pessoa com medo ou ansiosa é posta em contato com situações de prazer (como um ato sexual) ou uma situação de ameaça (como alguém carregando uma arma), dizem os estudos, ela passa mais tempo observando a situação de ameaça do que aquela que seria prazerosa. Pessoas com algum nível de excitação, entretanto, reagem de maneira diversa, focando nas situações em que há alguma recompensa.</p>
<p>Mas até então nenhuma pesquisa havia detalhado essa reação, ou seja, se ela era uma resposta associada a emoções negativas ou positivas, ou, ainda, por outra causa. Brett Ford e Maya Tamir, pesquisadores da Faculdade de Boston, EUA, procuraram saber essa diferença.</p>
<p><strong>Raiva não motiva evitação</strong></p>
<p>“As emoções modificam o modo como uma pessoa reage. O medo, por exemplo, é associado à evitação, enquanto a excitação motiva a aproximação. Isso faz que um indivíduo procure determinadas respostas, como a recompensa”, dizem os autores do estudo publicado no periódico <em>Psychological Science</em>. O estudo de Ford e Tamir focou a raiva. Como o medo, a raiva é considerada uma emoção negativa. Mas ao contrário do medo, a raiva motiva a aproximação.</p>
<p>No experimento realizado pelos pesquisadores os participantes eram entrevistados para determinar a emoção momentânea. Eles indicavam se o que eles sentiam no momento era raiva, medo, excitação, felicidade ou sem emoção alguma. Após essa primeira entrevista eles ficavam em um ambiente onde havia música (e que mudava de acordo com a emoção, reforçando o sentimento). A partir daí, os pesquisadores apresentavam uma sequência de imagem e um aparelho de monitoramento do movimento dos olhos determinava os focos de atenção.</p>
<p>Pessoas que se declaravam “com raiva” – assim como aquelas que se declaravam “felizes” ou “excitadas” – prestavam mais atenção nas figuras que mostravam algum tipo de recompensa (fosse de cunho sexual, comidas calóricas ou objetos de consumo) o que sugere que a atenção visual desses indivíduos era motivada pela emoção, independentemente de ser negativa ou positiva.</p>
<p><strong>Foco de atenção similares, mas respostas são diversas</strong></p>
<p>“Prestar atenção em uma imagem é o primeiro passo para se determinar as ações seguintes e os pensamentos para realizá-la”, aponta Ford. “O foco de atenção é o início de uma série de eventos e influencia o comportamento. As pessoas com raiva, assim como as felizes ou excitadas, focavam a atenção de maneira similar, o que não determina a forma como reagiriam. Uma pessoa raivosa poderia agir de forma agressiva ou confrontativa, enquanto uma pessoa feliz poderia optar por colaborar com algo, sendo sociável ou amigável”, explica o pesquisador.</p>
<p>O estudo indica que a raiva é mais do que uma reação à ameaça, exclusivamente, e pode indicar que um indivíduo pesa duas respostas (recompensa ou ameaça) e opta pela primeira, independentemente da consequência posterior.</p>
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<p><em>com informações da Association for Psychological Science</em></p>
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		<title>Focar na saúde imediata é a melhor maneira de se engajar em uma dieta</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 22:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>enio rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[dietas]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A maioria dos programas de perda de peso tenta motivar os indivíduos mostrando as consequências em longo prazo da obesidade: aumento do risco do câncer, diabetes, hipertensão e problemas do coração. Uma nova pesquisa, entretanto, diz que focar nos benefícios imediatos para a saúde – como reduzir uma determinada dor no joelho, por exemplo – [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5>A maioria dos programas de perda de peso tenta motivar os indivíduos mostrando as consequências em longo prazo da obesidade: aumento do risco do câncer, diabetes, hipertensão e problemas do coração. Uma nova pesquisa, entretanto, diz que focar nos benefícios imediatos para a saúde – como reduzir uma determinada dor no joelho, por exemplo – pode ser um motivador mais eficaz, levando ao maior comprometimento com a dieta.</h5>
<p><a rel="attachment wp-att-10796" href="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/2010/08/30/focar-na-saude-imediata-e-a-melhor-maneira-de-se-engajar-em-uma-dieta/1192445_sxc/"><img class="alignright size-full wp-image-10796" title="Focar na saúde imediata é a melhor maneira de se engajar em uma dieta" src="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/08/1192445_sxc.jpg" alt="1192445 sxc Focar na saúde imediata é a melhor maneira de se engajar em uma dieta" width="300" height="225" /></a>O estudo, feito pela Universidade de Cincinnati, nos EUA, partiu de uma série de avaliações de pessoas obesas e com sobrepeso que diziam ter sentido que suas dores nas articulações e costas haviam melhorado após emagrecerem entre 20% e 30% do seu peso inicial.</p>
<p>Para motivar novos grupos que se formavam para ingressar em um programa de perda de peso, os pesquisadores apontavam essas vantagens já nas primeiras reuniões. “Ao focar um benefício imediato que essas pessoas podem sentir – como o alívio de dores – isso pode levar a um programa de perda de peso mais inspirador e que motive mais ainda essas pessoas a se engajarem nas dietas propostas”, diz Susan Kotowsky, uma das pesquisadoras envolvidas no estudo que foi publicado no periódico Work.</p>
<p>“Nosso estudo desafia as pessoas a repensar suas dietas, tratando de benefícios reais e imediatos em vez de uma projeção da condição imaginada no futuro”, completa Kermit Davis, o autor principal do estudo.</p>
<p>Entre os benefícios imediatos colhidos por esses indivíduos obesos e que conseguem diminuir seu peso inicial estão redução de dores e problemas músculo-esqueléticos – costas, articulações, ombros, pescoço, etc. – além de melhorar respiração e disposição de uma maneira geral, apontam os pesquisadores.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">-</span></p>
<p><em>com informações da University of Cincinnati Academic Health Center</em></p>
<p><span style="color: #ffffff;">-</span></p>


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